Em conclusão do estudo efetuado, o relatório indica que o país não pode gerir a falta de água com reações a emergências quando há secas mas tem de se focar na redução de consumos e aumento da eficiência no uso da água, salientando que “conservar e reabilitar ecossistemas aquáticos saudáveis é a primeira arma de defesa contra os impactos das alterações climáticas”.
No relatório sobre a vulnerabilidade de Portugal à seca a associação propõe que os empresários integrem a gestão da água na cadeia de valor da empresa e que diversifiquem os abastecimentos, incluindo reutilização de águas residuais.
Aos decisores políticos sugere que também diversifiquem as origens de abastecimento, fomentem a eficiência de regadios, e condicionem a atribuição de subsídios agrícolas ao bom uso da água.
E aos cidadãos que reduzam os consumos em permanência e optem por consumir produtos de reduzida pegada hídrica.
Consulte aqui o relatório.
Fonte: Ambiente Magazine
01 de outubro de 2019






