Das 59 albufeiras monitorizadas, 26 apresentaram disponibilidades hídricas inferiores a 40% do volume total e quatro superiores a 80%.
A bacia do Sado (28,1%) era a que apresentava, no final de setembro, menor disponibilidade de água, seguido do Barlavento (34,4%), do Ave (40,5%), Arade (41,8%), Oeste (41,9%), Mira (47,9), Lima (52,5%) e Tejo (58,8%).
As albufeiras com menor disponibilidade de água situavam-se nas bacias do Guadiana e do Sado.
Na bacia do Guadiana, a albufeira de Lucefit (Alandroal, distrito de Évora) estava com 4,8% de disponibilidade de água e Abrilongo (Campo Maior, distrito de Portalegre) com 5,6%.
No Sado, a albufeira de Campilhas (Santiago do Cacém, em Setúbal) estava com 7,2% de disponibilidade de água e Monte da Rocha (Ourique, em Beja) com 8,8%.
Os armazenamentos de setembro de 2019 por bacia hidrográfica apresentaram-se inferiores às médias de setembro (1990/91 a 2017/18), exceto para as bacias do Cávado, Ribeiras Costeiras, Douro, Mondego e Arade.
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Fonte: LUSA
01 de outubro de 2019






