Esta distinção surge numa altura em que assistimos aos tremendos efeitos das alterações climáticas e ganha importância, aumentando a responsabilidade e o compromisso da nossa cidade em colocar as alterações climáticas no centro da agenda política.
Entre as metas definidas, no que respeita à água destacam-se:
- a instalação de uma rede de distribuição de água para reutilização que irá entrar em funcionamento na sua totalidade em 2025;
- - poupar 25% de água através de um programa de eficiência hídrica nas vertentes de racionalização do consumo e reutilização;
- - investir na drenagem da cidade nomeadamente com várias bacias de retenção naturais para minimizar os efeitos das cheias.
A agenda da Capital Verde Europeia 2020 inclui, entre outras iniciativas, exposições e conferências internacionais, acolhidas pelos diversos parceiros da iniciativa, como o Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva, a Academia das Ciências, o Oceanário, o Museu da Eletricidade, o MAAT, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém, instalações da EPAL e da Fábrica de Água em Alcântara, a Gare Marítima de Alcântara, entre muitos outros.
Paralelamente, decorrem programas educativos para os alunos do ensino básico ao universitário e atividades que pretendem envolver diferentes públicos.
Das várias iniciativas destaca-se a exposição “O mar como nunca o sentiu”, da autoria da artista portuguesa Maya, que está patente no Oceanário de Lisboa, no Parque das Nações.
A plantação massiva de árvores, a decorrer todos os meses, irá envolver os cidadãos num desígnio ambiental para fazer de Lisboa uma cidade sustentável, pronta para enfrentar os desafios climáticos do futuro.
Conheça as medidas para cumprimento do compromisso da Capital Verde Europeia 2020 aqui.
Consulte a agenda das ações e atividades previstas aqui.
10 de janeiro de 2020






