A 30 de junho a bacia do Mondego era a que apresentava a maior disponibilidade de água (86,6%), seguida do Lima (79,7%), Cávado (73,5%), Ave (73,1%), Douro (72,9%), Tejo (71,7%), Guadiana (69,5%), Mira (53,7%), Oeste (50,6%) e Barlavento (50,4%). As bacias do Arade (49,9%) e Sado (45,8%) tinham os níveis mais baixos de armazenamento.
Comparativamente ao último dia do mês anterior, verificou-se um aumento do volume armazenado em nove bacias hidrográficas e uma descida em três, de acordo com dados divulgados pelo SNIRH.
O Boletim Climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indica que a situação de seca meteorológica manteve-se no final de junho, tendo-se verificado um "ligeiro aumento" da área em seca extrema na região sul.
De acordo com o relatório, 33,9% do território continental estava em seca extrema ou severa, 22,7% em seca moderada e 40,9% em seca fraca.
Em relação ao mês anterior regista-se uma "diminuição significativa" da percentagem de água no solo no litoral Norte e Centro, mantendo-se no interior Norte e Centro, no Vale do Tejo, no Alentejo e Algarve inferior a 20%.
Consulte o boletim climatológico de junho aqui.






