Em alguns casos registaram-se progressos, mas o resultado a nível global é negativo, nomeadamente pelo número de pessoas que passam fome, que aumentou, em 2018, pelo terceiro ano consecutivo, até quase 822 milhões, equivalente a 10,8% da população mundial.
De momento, o mundo está suspenso em aspetos como a exploração dos recursos pesqueiros, a conservação dos recursos genéticos de plantas e animais ou o estado das florestas.
O estudo recorda que a pesca intensiva afeta um terço das populações de peixes, mais de metade das raças locais de ganadaria estão em risco de extinção e nos 70 países que forneceram informação, entre 2000 e 2015, perdeu-se uma superfície florestal do tamanho de Madagáscar, principalmente pelo avanço da agricultura nos trópicos.
No entanto, há motivos para otimismo depois de se terem observado melhorias na gestão das florestas, retardando-se assim o ritmo de desflorestação, e na contribuição da pesca sustentável para a economia dos países mais pobres.
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