Estas são as conclusões de um Eurobarómetro, divulgado pela Comissão Europeia, para o qual foram realizadas 1.012 entrevistas diretas pessoais em Portugal.
As preocupações demonstradas pelos portugueses foram superiores à média da UE (num total de 27.655 cidadãos dos 28 Estados-membros entrevistados): 79% dos inquiridos europeus consideram que se trata de um “problema extremamente grave”, 14% apontaram ser um assunto “relativamente grave” e 6% o desconsideraram.
Ainda assim, 23% dos entrevistados europeus falam nas alterações climáticas como o problema mais sério que o mundo enfrenta, percentagem que baixa para 19% nos inquiridos portugueses.
Para a maioria dos entrevistados portugueses (96% e 95%, respetivamente) defendem que devem ser estabelecidas metas para aumentar o uso de energias renováveis até 2030 e para apoiar a melhoria da eficiência energética. Também a quase totalidade destes inquiridos nacionais (97%) apoiam o objetivo de uma UE com impacto neutro no clima até 2050.
Em Portugal, 74% dos entrevistados afirmaram estar a tomar medidas, a nível pessoal, para combater este fenómeno, mais do que a média de toda a UE, que rondou 60%. Exemplos destas medidas são o aumento da reciclagem, a redução do lixo produzido (artigos descartáveis) e aquisição de eletrodomésticos mais eficientes energeticamente.
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