“As pessoas são livres de tomarem as decisões que querem, no entanto, as tuas decisões são tão boas quanto a informação que tens”. Ricardo Gonçalves organizou a enorme quantidade de dados existente sobre o tema das Alterações Climáticas e publicou um site onde apresenta as possíveis ações individuais que cada um de nós pode adotar para reduzir as emissões de CO2.
Com a participação especial do realizador e ativista ambiental brasileiro, Fernando Meirelles, da socióloga Luísa Schmidt, do engenheiro do ambiente Tiago Domingos e da economista Filipa Saldanha, foram discutidas as soluções que as pessoas, as empresas e as organizações podem implementar para garantir a sustentabilidade de tudo e todos os que vivem e convivem no planeta Terra.
Na semana em que se assinala o Dia Mundial do Ambiente, a 5 de junho, o Governo aprovou o roteiro para Portugal ser carbonicamente neutro em 2050 e medidas ambientais que preveem a reutilização de águas residuais e a substituição de metade dos carros das empresas do Estado por carros elétricos. Estas integram um conjunto alargado de medidas que «reforçam a prioridade dada às questões ambientais», refere o comunicado do Conselho de Ministros de 6 de junho, acrescentando que os objetivos são «o bem-estar e qualidade de vida das pessoas».
Com água pelos joelhos, o secretário-geral da ONU é capa da revista Time, na edição de 24 de junho. A propósito das alterações climáticas, António Guterres alertou para a situação de emergência — “um problema de todos nós” e que, para ser resolvido, precisa que “todos se juntem”.
Prevenção de incêndios florestais, melhoria da qualidade do solo, gestão da água, redução das vulnerabilidades das cidades ao calor são algumas das linhas de ação do Programa de Ação para a Adaptação às Alterações Climáticas (P-3AC) que está em consulta pública até 28 de novembro.





